O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG), criado pela Lei Federal nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que transformou os Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFETs) em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, é uma autarquia federal detentora de autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar, equiparado às universidades federais. É uma instituição de educação superior, básica e profissional, pluricurricular e multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino.
O IFG tem por finalidade formar e qualificar profissionais para os diversos setores da economia, bem como realizar pesquisas e promover o desenvolvimento tecnológico de novos processos, produtos e serviços, em estreita articulação com os setores produtivos e com a sociedade, oferecendo mecanismos para a educação continuada.
A instituição oferece educação integrada do ensino médio à pós-graduação, com ênfase para o ensino técnico integrado ao ensino médio, engenharias e licenciaturas nas áreas das ciências naturais e das disciplinas técnicas e/ou profissionalizantes. Atualmente, são oferecidos cursos técnicos, tecnológicos, bacharelados e licenciaturas, atendendo a cerca de seis mil alunos. Na educação superior prevalecem os cursos de Tecnologia, especialmente na área industrial, e os de bacharelado e licenciatura. Na educação profissional técnica de nível médio atua preferencialmente, na forma integrada, atendendo também ao público de jovens e adultos, por meio do PROEJA. No último processo seletivo (vestibular/2009) foram ofertadas 645 vagas incluindo todos os campi.
Em Goiânia, são ofertados 11 cursos superiores de Tecnologia; 1 curso superior de Engenharia de Controle e Automação; 8 cursos técnicos ;1 curso técnico (de Serviços de alimentação) na modalidade de educação de jovens e adultos (Proeja), além de ensino médio e de 1 curso superior de licenciatura, em História, bacharelado em Libras (Língua Brasileira de Sinais), em parceria com a Universidade de Santa Catarina, e 3 cursos técnicos subsequentes (pós-médio).
Em Jataí, são 3 cursos superiores; 4 cursos técnicos; além do curso técnico de Edificações do Proeja, e 1 curso técnico subsequente. Em Inhumas, são oferecidos 2 cursos superiores e 3 cursos técnicos. O campus de Itumbiara oferece 1 curso superior de licenciatura em Química e dois cursos técnicos de nível médio e subsequente. E em Uruaçu, são ofertados 1 curso superior de licenciatura em Química, 3 cursos técnicos e 1 técnico subsequente. Áreas como Construção Civil, Geomática, Indústria, Informática, Meio Ambiente, Mineração, Química, Telecomunicações, Transportes, Turismo e Hospitalidade, dentre outras, são abrangidas pelos cursos.
Com a mudança para Instituto Federal, Goiás ficou com duas novas instituições: o Instituto Federal de Goiás, formado pelo CEFET Goiás, com os campi de Goiânia, Jataí, Inhumas, Itumbiara e Uruaçu e a reitoria a ser instalada em Goiânia; e o Instituto Federal Goiano, formado pela fusão do Cefets de Rio Verde e de Urutaí e da Escola Agrotécnica Federal de Ceres.
O Instituto Federal de Goiás vai continuar mantendo a tradição da Escola Técnica Federal de Goiás e do CEFET Goiás de oferecer educação pública, gratuita e de qualidade para os jovens e os trabalhadores do Estado. Inserido na Rede Federal de Educação Tecnológica e Profissional, vai ampliar sua inserção social, inclusive com implantação de novos campi em outras cidades, como Anápolis, Formosa e Luziânia, todos em construção e com previsão de inauguração no final de 2009, ampliando também sua contribuição para o desenvolvimento social e econômico do Estado.
O IFG ao longo de sua história foi e continua sendo um ambiente de formação e de realização de ações políticas, artísticas e culturais, reafirmando sua identidade como centro formador de ideias, conhecimentos, artistas, lideranças e, principalmente, profissionais qualificados e conscientes de suas responsabilidades com a vida e com a sociedade.





