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Inclusão/Acessibilidade

Publicado: Terça, 16 de Agosto de 2016, 11h40 | Última atualização em Segunda, 05 de Fevereiro de 2024, 15h33

 As Necessidades Educacionais Específicas no IFG -  NAPNEs e NAI

 

 Princípios da educação especial inclusiva

          A   educação de pessoas com  deficiência é uma preocupação político-social recente. Historicamente, esse público  recebia pouca ou nenhuma escolarização. Enfatizava-se  o treinamento de habilidades manuais para de desempenho de ações domésticas diárias ou de  uma atividade ocupacional. Essa formação era empreendida em instituições de enfoque predominantemente clínico e/ou assistencial.

       Nas últimas décadas do século XX, movimentos organizados por essas pessoas,  familiares e pesquisadores passaram a reivindicar  o direito de escolarização em escolas comuns,  junto a colegas sem deficiência. Para tanto,  as instituições de ensino deveriam prover condições /adaptações suficientes para garantir o ensino-aprendizagem, sem segregação ou prejuízo da qualidade acadêmica. Assim, a educação especial, voltada às necessidades específicas de alguns estudantes, estaria presente, porém para oferecer condições de acessibilidade e permanência com êxito nas escolas. Nesse intuito, as políticas públicas  em educação vêm se debruçando no desafio de atender a essa perspectiva, denominada inclusiva.  

  Conheça as datas da Educação Especial

 

 Os Napnes  

   A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva, instituída no Brasil em 2008, determinou que o sistema educacional a adotasse. Isso significa que os estudantes considerados público da modalidade Educação Especial - pessoas com deficiência, pessoas com transtorno global do desenvolvimento (caso do transtorno do espectro autista- TEA) e pessoas com altas habilidades/superdotação - devem ser incluídos no sistema educacional, comum a todos (escolas de ensino regular). Contudo, esses estudantes precisam de atendimentos(s) específicos às suas necessidades de ensino-aprendizagem, para autonomia, acesso, acessibilidade e êxito acadêmico sem prejuízo ao desenvolvimento de suas possibilidades e potencialidades.

  Nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) foram criados núcleos de atendimento/apoio/atenção a pessoas com necessidades educacionais específicas/especiais – Napnes - cuja finalidade é conferir esse suporte e/ou defender, reivindicar e fomentar ações em prol da concretização da perspectiva inclusiva.

   No IFG, os Napnes, Núcleos de Atendimento a Pessoas com Necessidades Específicas,  são compostos majoritariamente por servidores – docentes e técnicos – nomeados por portaria institucional. Não se trata de uma comissão de especialistas em Educação Especial, e sim de um órgão cuja principal finalidade é "promover a cultura da educação para a convivência e aceitação da diversidade, além de buscar a quebra de barreiras arquitetônicas, comunicacionais, educacionais e atitudinais na instituição, de forma a promover a inclusão da comunidade acadêmica com necessidades específicas." (Art. 2º, IFG, 2018). Estudantes, pais e representantes da comunidade podem participar dos Núcleos.

  Saiba mais sobre a Resolução que os instituiu - Resolução CONSUP/IFG nº 01, de 04 de janeiro de 2018

  Veja algumas das atuações dos Napnes e NAI em Encontros Formativos.

   No organograma institucional os Napnes dos câmpus do IFG vinculam-se à Pró-Reitoria de Ensino (Proen) por meio do Núcleo de Ações Inclusivas (NAI).

 

 O NAI      

   O Núcleo de Ações Inclusivas (NAI) , vinculado à Proen/IFG, é responsável por assessorar o trabalho dos NAPNEs e pelo desenvolvimento de ações de capacitação relacionadas à educação especial inclusiva.  Atualmente a servidora Ana Beatriz Machado de Freitas, professora do Câmpus Goiânia Oeste, está na coordenação desse núcleo, sob portaria 363 REI/IFG , de 22 de fevereiro de 2022.  

 

 NAPNEs e ações relacionadas às NEE nos Câmpus 

 

 NAPNE - Câmpus Águas Lindas - 2023 

Foto de alguns membros do Napne de Águas Lindas (Setembro/2023)

 

 NAPNE - Câmpus Inhumas e Valparaíso - 2021 

Conferência: "Estratégias Educacionais Diferenciadas para Estudantes com Deficiência Intelectual- DI" .

  https://www.youtube.com/watch?v=2qHw72MP2DE

   A ação contou com a Profª. Dra. da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Rosana Glat, tendo mediação da profa. dra. Maria Angélica do Instituto Federal de Goiás (IFG) Câmpus Inhumas. O evento foi uma parceria entre o IFG Câmpus Valparaíso e o Câmpus Inhumas por meio respectivamente das seguintes iniciativas: VII Encontro Formativo de Educação Inclusiva (ligado ao Diversas e ao Napne do Câmpus Valparaíso) e II Ciclo Formativo Café com Inclusão (promovido pelo Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas - Napne do Câmpus Inhumas).

 

 NAPNE - Câmpus Goiânia - 2019

O advogado  e presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Goiás (OAB-GO), Diego de Castilho Suckow Magalhães, falou sobre acessibilidade na palestra.

Inclusão e Acessibilidade - dialogando direitos. Palestra alusiva ao dia mundial da Acessibilidade, 05 de dezembro

         O advogado e presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Goiás (OAB-GO), Diego de Castilho Suckow Magalhães, falou sobre acessibilidade. Posteriormente, a advogada e membro do Grupo de Trabalho de Análise do Projeto do Plano Diretor da Câmara Municipal de Goiânia, Danielly Aparecida de Sousa Carvalho Santana, falou sobre a acessibilidade na mobilidade urbana. Na ocasião, a professora Soraya Bianca, coordenadora do NAPNE Goiânia, destacou a relevância nos Núcleos para ainclusão educacional em todos os níveis de ensino.

 Saiba mais sobre o evento

 

 NAPNE - Câmpus Formosa - 2019

JEIFOR: “É o primeiro evento com estes parâmetros na área de inclusão na cidade”,  professora de Libras Milene Galvão Bueno

  Saiba mais sobre o evento: 

 

 NAPNE - Câmpus Aparecida de Goiânia - 2019

imagem sem descrição.

       A atividade foi proposta pela profa. Ludmila Andrade, de "Literatura e Formação do Leitor", do Curso de Pedagogia Bilíngue e teve o apoio e organização do NAPNE do câmpus.  Kelly Cristina Tobias é fundadora do Instituto Vida Sonora de musicoterapia. Participou da produção do musical "Saltimbancos" adaptado para autistas, produção realizada juntamente com a Associação de familiares e amigos do Autismo de Goiás (Afaag), além de ser professora de canto e música para bebês e também personagem do livro infantil "Mundo Azul" da autora Romilda Ferreira.

 Saiba mais sobre o evento 

       Além disso, vale mencionar o curso Pedagogia Bílingue do câmpus:

        O curso de Pedagogia Bilíngue do IFG, ofertado pelo Câmpus Aparecida, obteve conceito 5 ( nota máxima) pela avaliação do MEC.  O curso objetiva a formação de professores  que atuem na educação de surdos e ouvintes na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental e trabalhem em equipes multidisciplinares. Há reserva de vagas para surdos. 

 Saiba mais

 

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